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Sociedade

Agricultura paulista divulga tecnologia para olericultura

Curso destinado a técnicos e produtores visa ampliar conhecimento e potencializar cadeia produtiva de hortaliças na região de Limeira

Da Redação, em 29 de maio de 2019
Divulgação Governo do Estado de São Paulo

Com a proposta de transformar conhecimento e tecnologia em geração de renda e emprego, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio de seu Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) de Limeira, realizou o curso “Tecnologias de cultivo de hortaliças”. Foram capacitadas 30 pessoas entre produtores e técnicos da rede da região de Limeira, com objetivo de difundir novas tecnologias de produção de olerícolas.

“A olericultura possui um potencial promissor no Estado de São Paulo e está se expandindo rapidamente”, diz o diretor do EDR de Limeira, Marcos Jonatan Amici Jorge. Jorge afirma que a capacitação proporciona novos conhecimentos e agrega valor à cadeia produtiva.

“E nosso objetivo com o curso foi apresentar novas alternativas de cultivo de folhas, frutos, raízes e tubérculos aos produtores em geral, participantes ou não das organizações rurais, apresentando-lhes, dessa forma, alternativas que lhes possibilitem aumentar a produtividade”, complementa. Médica veterinária da Casa da Agricultura de Porto Ferreira e uma das coordenadoras técnicas da atividade, Tatiane Braga do Carmo diz que o curso foi importante para atualizar informações sobre o cultivo de hortaliças.

“[O curso foi relevante também] como base de tomada de decisão para produtores que ainda cultivam de forma convencional, apenas a céu aberto, pois transferiu conhecimento em outras modalidades de cultivo que aumentam a produtividade, facilitam o manejo e otimizam a mão de obra, como no caso do plantio em ambiente protegido e da hidroponia. Para nós técnicos, foi uma oportunidade de aprimoramento para atender à demanda técnica sobre o assunto”, afirma a veterinária.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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