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Sociedade

Baixada Santista apresenta maior índice de segurança

Isso se dá à queda nos registros de estupros, homicídios, latrocínios, roubos em geral e de veículos nas cidades da região

Da Redação, em 27 de maio de 2019
Reprodução Portal ACEPG

A região da Baixada Santista fechou o mês de abril deste ano com reduções nos casos e vítimas de homicídios e latrocínios, além de diminuição nas ocorrências de roubos em geral e de veículo, estupros e furtos de veículo. O total de homicídios caiu 43,8% no mês, passando de 16 para nove (sete casos a menos em relação a abril de 2018).

É o menor número da série histórica, iniciada em 2001. As vítimas de homicídio recuaram 50% no mês, com nove ocorrências a menos. O número passou de 18 para nove. É também o menor número da série histórica. Os casos e vítimas de latrocínios tiveram redução de 33,3% em abril (de três para dois). Os estupros caíram 30% no mês. Em abril de 2018, foram contabilizados 50 casos, ante 35 em igual mês deste ano.

Roubos e furtos

Os roubos em geral diminuíram 15,1%. Foram 1.427 em abril do ano passado e 1.211 em igual mês deste ano – 216 casos a menos. Trata-se do menor número desde 2008. Os casos de roubos de veículos apresentaram redução de 37% – de 165 para 104 – 61 a menos no quarto mês deste ano. É o menor número desde 2003.

Os roubos a banco permaneceram zerados em abril. Os roubos de carga tiveram alta de 6,7% no mês. O total passou de 45 para 48 – três casos a mais. Os furtos de veículos caíram 31%, passando de 339 para 234, ou seja, 105 a menos em abril. É o menor número da série histórica.

Indicadores

Os furtos em geral aumentaram 17,5% no quarto mês de 2019 (de 2.150 para 2.526) ante o mesmo período em 2018. As extorsões mediante sequestro continuaram zeradas em abril, assim como em igual período do ano passado. O trabalho realizado pelas três polícias resultou em 956 prisões realizadas ao longo do mês. No mesmo período, 95 armas de fogo foram retiradas das ruas e 184 flagrantes de tráfico de drogas foram registrados.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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