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Sociedade

Empresa de patinete elétrico Grow volta a operar em SP

Companhia é dona da Yellow e da Grin

Da Redação, em 08 de junho de 2019
EBC

A empresa de patinetes elétricos Grow, dona da Yellow e da Grin, informou que voltou a operar normalmente em São Paulo, mas não disse quantos patinetes estão nas ruas. Em nota enviada, a empresa informou que não divulgou os números por questões estratégicas. A Grow concluiu o seu credenciamento na Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo. Segundo a empresa, as patinetes Grin e Yellow não circularam entre sábado (1º) e quarta-feira. O credenciamento foi exigido pela prefeitura de São Paulo por meio de um decreto que regulamentou provisoriamente o uso de patinetes elétricos.

Em nota à imprensa, a Grow informou que “segue em diálogo constante com a prefeitura e demais agentes interessados em organizar o uso desta alternativa de micromobilidade em São Paulo”, e que “está participando de discussões para a elaboração de uma regulamentação definitiva que seja melhor para todos”. Quanto aos patinetes apreendidos, a Grow informou que “está conversando com a prefeitura em busca de uma solução para a reincorporação dos patinetes apreendidos semana passada à sua frota”, mas não informou se pagou a multa aplicada pela prefeitura. “Não fomos notificados de qualquer eventual cobrança de multa até o momento”, informou em nota.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, para reaver as 1.067 patinetes apreendidas pela Secretaria Municipal de Subprefeituras, a empresa Grow deve recolher Documento de Arrecadação do Município de São Paulo (Damsp), no valor de R$ 819,81, por patinete, conforme o Artigo 160, da Lei 13.478/2002. E, R$ 20 mil, por empresa, como penalidade prevista no Inciso I e II do Artigo 11, do Decreto 58.750/2019. A assessoria informou ainda que a prefeitura emitiu o Damsp, mas que não tem como informar se o documento foi pago.

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Sociedade

Usuários de patinetes elétricos expostos ao perigo

81% não usam itens de segurança, diz Procon-SP

Da Redação, em 15 de junho de 2019
EBC

Pesquisa feita pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, mostra que 28% dos 1.381 entrevistados declararam ter utilizado patinete elétrico, dos quais, 77% (302), por meio de locação do equipamento. Dos usuários que já alugaram, 81% responderam que não utilizam equipamentos de segurança e 57% costumam transitar pelas ciclofaixas.

A pesquisa revela ainda que 43% dos consumidores que responderam já ter utilizado o serviço de aluguel de patinetes deram o aceite no aplicativo sem ler o termo de uso e a política de privacidade. Ao todo, 65% declaram que não sabiam utilizar o equipamento.

Para 80% dos entrevistados o patinete elétrico é uma boa alternativa de transporte na cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo, 72% defendem que exista algum tipo de regulamentação, tais como: locais para transitar e estacionar e uso de equipamentos de segurança. O questionário sobre o uso de patinetes elétricos foi disponibilizado no site da fundação entre os dias 14 e 27 de maio. O objetivo foi identificar a percepção do consumidor, que utiliza ou não esse meio de locomoção, sobre a segurança e a oferta do serviço.

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Sociedade

Instituto Florestal recupera área em Mogi Guaçu

Área está localizada na Estação Experimental e visitantes poderão conhecer diferentes espécies do cerrado

Da Redação, em 14 de junho de 2019

Uma área de cerrado de aproximadamente 45 campos de futebol, em Mogi Guaçu, foi entregue para a população após ser recuperada. Agora, quem mora na região pode apreciar a natureza e conhecer a Trilha das Lobeiras.

“A trilha é bem estruturada e funciona bem para trabalhar a educação ambiental com crianças, jovens e adultos. Esperamos novos projetos para fortalecer ainda mais essa área que tem tudo para ser uma floresta estadual”, disse o diretor da Divisão de Florestas e Estações Experimentais do Instituto Florestal, Luiz Miguel Menezes. O instituto é responsável pela recuperação do local em parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos e a empresa Ceiba Consultoria Ambiental.

A área restaurada tem 442,5 mil metros quadrados e está localizada na Estação Experimental de Mogi Guaçu, na Fazenda Campininha. Ao todo, a trilha tem 1 km de extensão com sinalização em placas identificando espécies típicas do cerrado paulista. O visitante poderá conhecer conhecer diferentes espécies como rabo-de-burro (espécie de sapê comum em áreas de cerrado), além da floração e frutificação de lobeiras, jurubebas, indaiá, cajueiro-do-campo, gabirobas, entre outras.

“As áreas de cerrado são extremamente significativas para a manutenção da biodiversidade, mas ações práticas de restauração ecológica nesse bioma são relativamente mais raras”, completou o analista ambiental de Viracopos, Tiago Aranha.

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