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País

Empresários restauram linda praça na capital

Praça Ramos de Azevedo foi totalmente restaurada pela ação de empresários ligados à comunidade italiana, na capital

Da Redação, em 17 de dezembro de 2017
Leon Rodrigues/SECOM

A Prefeitura entregou, neste sábado, a recuperação da praça Ramos de Azevedo, na região central. Trata-se da primeira obra finalizada As obras foram feitas em parceria com empresários e fazem parte do projeto Italia per San Paolo, que tem como objetivo revitalizar os monumentos da cidade que representam a aliança entre o Brasil e a Itália. A recuperação da praça custou R$ 3,5 milhões.

O projeto, firmado entre a prefeitura de São Paulo e o governo italiano, foi uma vitória pessoal do atual prefeito da capital, João Dória. O acordo para a recuperação da praça Ramos de Azevedo, bem como de mais 3 espaços públicos da capital – a ser pago por empresários ligados à comunidade italiana – foi alcançado com o convite para um maior envolvimento da iniciativa privada nos assuntos da capital.

Os trabalhos de recuperação do espaço levaram sete meses para serem concluídos. Não apenas foram reformadas as estátuas de bronze, mas também o sistema hidráulico da fontana, que agora volta a jorrar água em sua forma original. A praça ganhou piso novo, iluminação, pintura, jardinagem e, num arroubo moderninho, há até lugar para carregar celulares por lá.

O Pátria Paulista separou fotos do evento para mostrar como ficou a renovada praça Ramos de Azevedo – veja no álbum abaixo:

  • Detalha da linda fontana, ricamente decorada, na praça Ramos de Azevedo (fotos de Leon Rodrigues/SECOM)

  • O prefeito João Doria, durante a cerimônia de reinauguração da praça Ramos de Azevedo

  • Os trabalhos de recuperação da praça levaram mais de sete meses

  • Foram refeitos tanto o sistema hidráulico quanto a iluminação do lindo monumento

  • As doze estátuas de bronze da praça foram integralmente restauradas

  • A praça Ramos de Azevedo volta agora a sua glória original, para orgulho dos paulistanos

  • O melhor é que tudo foi bancado pela iniciativa privada - não houve dinheiro público envolvido

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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