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Sociedade

Foca no trânsito, não no celular

Com o tema #FocaNaVida, governo do estado de São Paulo destacam riscos do usar celular ao volante

Da Redação, em 30 de novembro de 2018

O governo paulista lançou uma nova campanha de conscientização sobre direção responsável. Artesp, Detran.SP e Movimento Paulista de Segurança no Trânsito promovem ações com tema “Verão é tudo de ON, fique OFF no trânsito” em rodovias e cidades para combater comportamentos de risco como o uso indevido do celular.

De acordo com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, programa do Governo de São Paulo que atua para reduzir as fatalidades em ruas e rodovias, o número de ocorrências aumenta consideravelmente neste período. A falha humana é o principal fator de risco e está presente em 94% dos acidentes.

“Ao analisarmos as estatísticas para fatalidades no trânsito, verificamos que o Verão é um dos períodos mais críticos. As ocorrências aumentam não somente nas rodovias, mas também dentro das cidades, principalmente as que recebem um grande fluxo de pessoas”, disse a coordenadora do movimento, Silvia Lisboa, ao Pátria Paulista.

O mês de dezembro é o que mais concentra acidentes graves. No ano passado, 523 fatalidades foram registradas, número 11% maior do que a média mensal (cerca de 470 óbitos). O aumento se dá principalmente nas rodovias, que supera a casa dos 15% devido ao aumento do fluxo, mas chama a atenção o fato de que as vias urbanas concentram mais da metade das fatalidades.

Os principais comportamentos de risco são o excesso de velocidade, beber e dirigir, dispensar o cinto de segurança e distrações causadas pelo uso do celular.

Responsabilidade e bom humor

A campanha traz de volta a simpática foca que tem estrelado as últimas campanhas paulistas para promover a segurança no trânsito. As ações de mídia têm como principal alvo os jovens com idade entre 18 e 34 anos, que representam 1 em cada 3 vítimas no trânsito. A ideia de colocar a foca na campanha vem dos memes da internet, uma linguagem que possui maior aderência junto a esse público.

O objetivo é levar ao engajamento por meio dos canais digitais, principal meio de comunicação utilizado nesta campanha.Segundo dados governamentais, acessar redes sociais no celular a 100 km/h equivale a dirigir por mais de 100 metros de olhos vendados, mais do que suficiente para provocar um acidente grave.

As mensagens da campanha buscam impactar as pessoas que transitam dentro das cidades. São 5 filmes que serão veiculados na TV e nos canais em redes sociais, onde o celular pode representar um problema não apenas para os condutores dos veículos, mas também pelos pedestres. “É fácil se distrair com o celular. Tanto motoristas quanto pedestres devem manter a atenção no trânsito. Esta é a melhor forma de se evitar acidentes”, afirma o diretor-presidente do Detran.SP, Maxwell Vieira.

As rodovias e as cidades atendidas por elas são o foco das ações da campanha. Além dos filmes para TV e internet e spots de rádio, a agência que regula as rodovias concedidas à iniciativa privada também instalará 900 placas com mensagens educativas nas cancelas de pedágio e distribuirá 360 mil ventarolas para quem passar pelas cabines e às pessoas impactadas em ações de conscientização nas estâncias turísticas.

O Pátria Paulista mostra um dos divertidos vídeos da campanha, até para incentivar nossos leitores a praticarem a direção defensiva. É clicar e curtir!

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Sociedade

Usuários de patinetes elétricos expostos ao perigo

81% não usam itens de segurança, diz Procon-SP

Da Redação, em 15 de junho de 2019
EBC

Pesquisa feita pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, mostra que 28% dos 1.381 entrevistados declararam ter utilizado patinete elétrico, dos quais, 77% (302), por meio de locação do equipamento. Dos usuários que já alugaram, 81% responderam que não utilizam equipamentos de segurança e 57% costumam transitar pelas ciclofaixas.

A pesquisa revela ainda que 43% dos consumidores que responderam já ter utilizado o serviço de aluguel de patinetes deram o aceite no aplicativo sem ler o termo de uso e a política de privacidade. Ao todo, 65% declaram que não sabiam utilizar o equipamento.

Para 80% dos entrevistados o patinete elétrico é uma boa alternativa de transporte na cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo, 72% defendem que exista algum tipo de regulamentação, tais como: locais para transitar e estacionar e uso de equipamentos de segurança. O questionário sobre o uso de patinetes elétricos foi disponibilizado no site da fundação entre os dias 14 e 27 de maio. O objetivo foi identificar a percepção do consumidor, que utiliza ou não esse meio de locomoção, sobre a segurança e a oferta do serviço.

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Sociedade

Instituto Florestal recupera área em Mogi Guaçu

Área está localizada na Estação Experimental e visitantes poderão conhecer diferentes espécies do cerrado

Da Redação, em 14 de junho de 2019

Uma área de cerrado de aproximadamente 45 campos de futebol, em Mogi Guaçu, foi entregue para a população após ser recuperada. Agora, quem mora na região pode apreciar a natureza e conhecer a Trilha das Lobeiras.

“A trilha é bem estruturada e funciona bem para trabalhar a educação ambiental com crianças, jovens e adultos. Esperamos novos projetos para fortalecer ainda mais essa área que tem tudo para ser uma floresta estadual”, disse o diretor da Divisão de Florestas e Estações Experimentais do Instituto Florestal, Luiz Miguel Menezes. O instituto é responsável pela recuperação do local em parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos e a empresa Ceiba Consultoria Ambiental.

A área restaurada tem 442,5 mil metros quadrados e está localizada na Estação Experimental de Mogi Guaçu, na Fazenda Campininha. Ao todo, a trilha tem 1 km de extensão com sinalização em placas identificando espécies típicas do cerrado paulista. O visitante poderá conhecer conhecer diferentes espécies como rabo-de-burro (espécie de sapê comum em áreas de cerrado), além da floração e frutificação de lobeiras, jurubebas, indaiá, cajueiro-do-campo, gabirobas, entre outras.

“As áreas de cerrado são extremamente significativas para a manutenção da biodiversidade, mas ações práticas de restauração ecológica nesse bioma são relativamente mais raras”, completou o analista ambiental de Viracopos, Tiago Aranha.

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