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Sociedade

Greve na Unicamp por reajuste salarial

Funcionários visam reivindicar a abertura de negociações salariais com a reitoria

Da Redação, em 08 de junho de 2019

Os funcionários técnico-administrativo da Unicamp iniciaram uma greve para reivindicar a abertura de negociações salariais com a reitoria. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de 8% e um plano de recomposição estimado em 15,9% para contemplar perdas desde maio de 2015, porém o Conselho Universitário (Consu) fixou o reajuste em 2,2% e encerrou as negociações, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

Segundo o coordenador-geral do STU, José Luis Pio Romera, a mobilização começou com um ato em frente à reitoria em Campinas. Ainda não há balanço da adesão. “O Fórum das Seis, que congrega os sindicatos da Unicamp, USP e Unesp está pedindo nova reunião de negociação. No próximo dia 12, haverá um ato conjunto dessas três universidades, para pedir a reabertura de negociação. A greve continua até a Unicamp retomar as negociações”, disse Romera.

Unicamp

Por meio de nota, a Unicamp informou que, “em consonância com a Constituição Federal, reconhece o direito de greve aos servidores públicos, desde que exercida nos termos e nos limites da lei e que fará todos os esforços necessários para garantir a prestação dos serviços essenciais ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, de acordo com o que consta nos Artigos 11 e 12 da Lei da Greve”.

“Ressalte-se que atos de persuasão não poderão impedir o acesso ao trabalho, nem causar ameaça ou dano ao patrimônio público e às pessoas. Por fim, é oportuno lembrar que o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) se comprometeu em reunir novamente com o Fórum das Seis, na segunda quinzena de outubro, caso a arrecadação do ICMS, ao final de setembro, atinja R$ 80 bilhões para uma arrecadação projetada ao ano de R$ 108,2 bilhões”, diz a nota da Unicamp. Segundo a Unicamp, todas as unidades de ensino e pesquisa e área da saúde funcionam normalmente.

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Sociedade

Usuários de patinetes elétricos expostos ao perigo

81% não usam itens de segurança, diz Procon-SP

Da Redação, em 15 de junho de 2019
EBC

Pesquisa feita pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, mostra que 28% dos 1.381 entrevistados declararam ter utilizado patinete elétrico, dos quais, 77% (302), por meio de locação do equipamento. Dos usuários que já alugaram, 81% responderam que não utilizam equipamentos de segurança e 57% costumam transitar pelas ciclofaixas.

A pesquisa revela ainda que 43% dos consumidores que responderam já ter utilizado o serviço de aluguel de patinetes deram o aceite no aplicativo sem ler o termo de uso e a política de privacidade. Ao todo, 65% declaram que não sabiam utilizar o equipamento.

Para 80% dos entrevistados o patinete elétrico é uma boa alternativa de transporte na cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo, 72% defendem que exista algum tipo de regulamentação, tais como: locais para transitar e estacionar e uso de equipamentos de segurança. O questionário sobre o uso de patinetes elétricos foi disponibilizado no site da fundação entre os dias 14 e 27 de maio. O objetivo foi identificar a percepção do consumidor, que utiliza ou não esse meio de locomoção, sobre a segurança e a oferta do serviço.

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Sociedade

Instituto Florestal recupera área em Mogi Guaçu

Área está localizada na Estação Experimental e visitantes poderão conhecer diferentes espécies do cerrado

Da Redação, em 14 de junho de 2019

Uma área de cerrado de aproximadamente 45 campos de futebol, em Mogi Guaçu, foi entregue para a população após ser recuperada. Agora, quem mora na região pode apreciar a natureza e conhecer a Trilha das Lobeiras.

“A trilha é bem estruturada e funciona bem para trabalhar a educação ambiental com crianças, jovens e adultos. Esperamos novos projetos para fortalecer ainda mais essa área que tem tudo para ser uma floresta estadual”, disse o diretor da Divisão de Florestas e Estações Experimentais do Instituto Florestal, Luiz Miguel Menezes. O instituto é responsável pela recuperação do local em parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos e a empresa Ceiba Consultoria Ambiental.

A área restaurada tem 442,5 mil metros quadrados e está localizada na Estação Experimental de Mogi Guaçu, na Fazenda Campininha. Ao todo, a trilha tem 1 km de extensão com sinalização em placas identificando espécies típicas do cerrado paulista. O visitante poderá conhecer conhecer diferentes espécies como rabo-de-burro (espécie de sapê comum em áreas de cerrado), além da floração e frutificação de lobeiras, jurubebas, indaiá, cajueiro-do-campo, gabirobas, entre outras.

“As áreas de cerrado são extremamente significativas para a manutenção da biodiversidade, mas ações práticas de restauração ecológica nesse bioma são relativamente mais raras”, completou o analista ambiental de Viracopos, Tiago Aranha.

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