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Sociedade

Governo de SP anuncia novo investimento bilionário

Medida de investimento na CSN tem expectativa de gerar 400 empregos diretos e mil indiretos

Da Redação, em 10 de junho de 2019
Divulgação Governo do Estado de São Paulo

O Governador João Doria e a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, anunciaram no Palácio dos Bandeirantes, o investimento de R$ 1,5 bilhão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A CSN integrará o Polo Metal-metalúrgico de Máquinas e Equipamentos. O estudo do local mais adequado para o investimento da CSN será feito pela Invest SP, agência paulista que apoia o empreendedor de acordo com as necessidades de sua atividade.

“É um investimento substantivo, que atende a perspectiva do Polo Metal-metalúrgico. É a primeira conquista já desse programa dos polos. Várias vezes ao longo desse ano teremos oportunidade de fazer anúncios”, disse o Governador João Doria. “Destaco que a CSN é um dos maiores grupos siderúrgicos do mundo, está presente em 18 estados brasileiros, na Alemanha e em Portugal”, comentou sobre a empresa que irá gerar mais 400 novos empregos diretos e mil indiretos com o investimento anunciado.

“Hoje em dia a gente busca a competitividade de todos os lados, então ter um polo que você possa convergir com a logística e o barateamento do custo é vital para que se viabilize uma produção integrada do setor”, ressaltou o Diretor-Presidente da CSN, Benjamin Steinbruch. “Os polos têm a convergência, não só dos grandes clientes, como daqueles que fazem parte da cadeia. Quanto mais próximo tiver, melhor”, exemplificou.

O objetivo do polo de desenvolvimento é fomentar e incentivar o aumento da produtividade da indústria, atraindo investimentos, impulsionando a inovação e a geração de empregos e renda, otimizando na mesma região geográfica políticas públicas que impactam direta ou indiretamente o setor produtivo.

“É razão de orgulho para São Paulo ter a oportunidade deste anúncio nessa dimensão, não apenas pelo investimento, mas pelos empregos diretos, lembrando que a CSN, pela natureza, metal e metalúrgica, ela também trabalha em cadeia e tem na indústria automobilística um dos seus principais seguimentos de consumo daquilo que ela produz”, afirmou o Governador.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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