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País

São Paulo declara guerra a mosquito da Dengue

Algumas das 15 regiões paulistas sofreram com a Dengue, Zika e Chikungunya, e uma nova temporada vem aí

Da Redação, em 28 de novembro de 2017
Reprodução/YouTube

Autoridades públicas ligadas à área da saúde divulgaram nesta terça-feira, dia 28 de novembro, um levantamento de Índices de infestação pelo inseto Aedes Aegypti . O indicador aponta que dezenas de cidades paulistas estão em situação de risco para a ocorrência de Dengue, Zika e Chikungunya, pois nelas mais de 9% dos imóveis visitados continham larvas do mosquito.

Segundo o relatório, há mais de duas centenas de municípios em território paulista que estão em situação de alerta. Isso significa que entre 1% e 3,9% dos imóveis locais tinham larvas. Municípios da Região da Grande São Paulo, porém, foram classificados como satisfatórios por apresentarem percentual menor de 1% para presença de larvas. O estudo analisou dados de todas as cidades paulistas, entre o início de outubro e a primeira quinzena de novembro.

Regiões mais afetadas

Em relação às 15 regiões paulistas, a região de Ribeirão Preto foi a que registrou o maior número de municípios em situação de alerta: 41% das cidades estavam com problemas por conta de infestações do inseto.  enviaram as informações. De fato, a cidade de Ribeirão Preto, capital dessa região paulista, sofre já faz algum tempo com essas doenças, o que denota um claro descaso das autoridades municipais pelo combate ao mosquito Aedis Aegypti.

Seis, das 15 regiões paulistas, apresentaram epidemia de Dengue

Em termos de quantidade de municípios com grave situação de dessas doenças em São Paulo temos a seguir a reg07ião de São José do Rio Preto (40,4% dos seus municípios com focos de infestação do mosquito), seguido da região de Campinas (30,1%), região de Araçatuba (29,32%), Araraquara(23,66%), e Litoral Paulista (22,74%). Nas regiões de Ribeirão Preto e de São José do Rio Preto, o maior número de focos foi registrado em depósitos de armazenamento de água, como em toneis e barris.

Em relação à capital, a situação é tida como satisfatória pelas autoridades sanitárias, no que toca ao combate aos focos de reprodução do mosquito e ao número de internações na rede pública por conta da Dengue, Zika e Chikungunya.

Mobilização dos paulistas

Para que os alertas não se transformem em problemas reais, sobretudo ao longo do verão que se aproxima, é preciso que a população paulista coopere. Trata-se de mobilização e só se resolve o problema do mosquito se cada um assumir a sua responsabilidade. A sociedade paulista tem que assumir a responsabilidade e fazer a sua parte.

As autoridades estão convocando o povo de São Paulo para cuidar da eliminação dos focos e adotar a “sexta-feira sem mosquito”, um programa de erradicação do Aedes Aegypti programado por agentes de campo. “O ciclo de vida do mosquito é de uma semana. Se nós trabalharmos com determinação, nós vamos reduzir o número de mosquitos e a infestação”, comentou um agente de saúde ao Pátria Paulista.

O governo paulista vai além das ações de sensibilização do povo de São Paulo, fazendo investimentos na ordem de R$ 17,6 milhões para a aquisição de 250 veículos com fumacê e 650 equipamentos de nebulização de inseticidas. Eles despejarão os larvicidas Pyriproxyfen e Malathion.

 

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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