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Sociedade

Metrô fará novo túnel de transferência entre estações

Projeto Executivo da linha amarela terá financiamento no valor de R$ 3,8 milhões do Banco Internacional

Da Redação, em 17 de maio de 2019
Divulgação Governo do Estado de São Paulo

O Metrô contratou o Projeto Executivo para a construção de uma nova ligação entre as estações Consolação, da Linha 2-Verde, e Paulista, da Linha 4-Amarela, que deve ampliar a capacidade da transferência gratuita de passageiros, melhorando o fluxo de deslocamento das pessoas. Atualmente, cerca de 200 mil passageiros usam esta conexão diariamente.

O acordo foi firmado com o Consórcio TPC, que vai realizar os estudos para o fornecimento dos subsídios técnicos exatos da nova passagem. De acordo com o Projeto Básico, que precedeu a etapa a ser iniciada agora, a nova conexão será feita através de um novo túnel paralelo ao atual, onde está localizada a esteira rolante.

Após a conclusão deste projeto será possível contratar e iniciar as obras. Com isso, a atual ligação deverá ser usada apenas para o deslocamento no sentido da estação Consolação, enquanto a nova atenderá aos passageiros que seguem para a estação Paulista. A assinatura deste contrato é mais um importante passo feito pelo Metrô para garantir um melhor fluxo nesta passagem de transferência entre estações, reduzindo o tempo gasto pelos passageiros neste caminho.

Em novembro passado, a Companhia já havia retirado dois pares de esteiras rolantes do túnel, permitindo a distribuição mais uniforme das pessoas no espaço disponível, ampliando a capacidade do túnel em 18% e diminuindo o tempo de percurso, de 520 para 300 segundos. No local, foi mantido um par de esteiras para o uso por pessoas com dificuldade de locomoção. O Projeto Executivo foi contratado com financiamento do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), sob o valor de R$ 3,8 milhões.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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