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País

Metrô parado na capital por mais uma greve

Metroviários de São Paulo decidiram entrar em greve nesta quinta, e prefeitura suspende o rodízio de veículos

Da Redação, em 18 de janeiro de 2018
Reprodução/YouTube

Metroviários da capital aprovaram, em assembleia no início da noite desta quarta-feira, uma greve para esta quinta-feira. Neste início de manhã, os trens do metrô não estão circulando, e as estações estão fechadas. Por conta da greve, a prefeitura paulistana suspendeu o rodízio para veículos de passeio no dia de hoje.

A decisão dos metroviários afetará o transporte por metrô por todo o dia desta quinta-feira, em todas as linhas operadas pela companhia estatal. A exceção fica por conta da linha 4, que por ser privada, conta com sindicato próprio, que não aderiu à greve.

A administração do metrô, por meio de sua assessoria, disse lamentar a decretação da greve por parte de seus funcionários, por conta do alto custo social que uma paralisação assim tem junto à população mais carente. A empresa disse ainda que colocará em ação um plano de contingência ao longo do dia, colocando funcionários do alto escalão para operar os trens e abrir as estações.

Como paliativo, a prefeitura de São Paulo, ademais de liberar o rodízio de carros de passeio, estenderá o itinerário de algumas linhas de ônibus, e vai operar com toda a frota para atender a população que quer, simplesmente, chegar ao seu local de trabalho.

O motivo da greve, segundo informações dos metroviários, é a concessão à iniciativa privada de duas linhas do Metrô, o monotrilho da linha 17-ouro, e a linha 5-Lilás. A licitação, conduzida pelo governo de Geraldo Alckmin,  terá seu resultado divulgado nessa sexta-feira, dia 19 de janeiro, quando será anunciado que empresa ou consórcio passará a cuidar das duas linhas.

Está nos planos do metrô entregar à iniciativa privada também as linhas 2-verde e 15-prata. O objetivo final do governo é que apenas as linhas 1-azul e 3-vermelha continuem a ser gerenciadas diretamente pelo Estado. Tal decisão gera incômodo junto aos metroviários da atual estatal que cuida dos trens, por medo de demissões, reescalonamento de horários e metas a serem cumpridas – ou seja, tudo que já existe em qualquer empresa que funcione adequadamente.

 

 

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País

Hodiaŭ novaj ŝanĝoj evitas ĥaoson

La defioj vivi dum kronovirusa epoko, laŭ la vortoj de kamarado Ŝvarckovo

Da Redação, em 17 de março de 2020
Foto - Ĝangalo-arĥivo

Do, lasu min kompreni – oni povas skribi en Esperanto pere de ĉi tiu programo, ĉu ne? Sed tamen mi ne scias ĉu ĝi estus tiel bona, kompare al la antaŭaj versioj, kiujn uzis mi antaŭlonge. Eble ĝi povas funkcii, se mi alkutimiĝas al ĝia tajpado, tamen mi suspektas, ke la aferoj ne estos tiel facilaj, malgraŭ la ŝajna facilo, kiun ĝi proponas.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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