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País

São Paulo alcança 246 casos de febre amarela

Surto de febre amarela totalizou, em um ano, 246 contaminados no território paulista, com 93 mortes

Da Redação, em 24 de fevereiro de 2018
Arquivo/Agência Brasil

Os casos autóctones de febre amarela (quando a transmissão ocorre na própria localidade) no estado de São Paulo somam 246, informa a Secretaria de Estado da Saúde, em boletim divulgado nesta sexta-feira. Deste total, 93 resultaram na morte do paciente. No último balanço, os casos eram 202 e as mortes, 76.
Metade das infecções ocorreram em Mairiporã e 17% em Atibaia, o que representa dois terços dos casos. Na capital, os números permaneceram os mesmos da semana passada: cinco registros, com três mortes.

A secretaria reforçou o chamado para vacinação nas 54 cidades consideradas prioritárias. A campanha de imunização contra febre amarela é considerada preventiva, pois São Paulo tem 38 cidades como locais prováveis de infecção da doença. Desde o dia 25 de janeiro, 4,1 milhões de pessoas foram vacinadas. A meta, no entanto, é alcançar 9,2 milhões até 2 de março. Do total de imunizados, 96% receberam a dose fracionada, que é válida por oito anos, conforme orientação do Ministério da Saúde.

A região com menor cobertura vacinal é a Baixada Santista, com 31,1%. Os municípios do ABC Paulista, na região metropolitana, e capital alcançaram 54,3% do público-alvo. No último dia 19, o governo estadual anunciou a prorrogação da campanha com o objetivo de ampliar a cobertura. A expectativa é que 5,1 milhões de pessoas compareçam aos postos na próxima semana.

De acordo com o governo estadual, 6,9 milhões de doses fracionadas estão disponíveis para as áreas definidas para a campanha. Além disso, 2,3 milhões de doses-padrão são disponibilizadas para crianças com idade entre 9 meses e 2 anos incompletos, pessoas que viajarão para países que exigem a vacina e grávidas residentes em áreas de risco.

Pessoas HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina. Não há indicação para grávidas que morem em locais sem recomendação de imunização, mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas.

Com informações da Agência Brasil
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País

Hodiaŭ novaj ŝanĝoj evitas ĥaoson

La defioj vivi dum kronovirusa epoko, laŭ la vortoj de kamarado Ŝvarckovo

Da Redação, em 17 de março de 2020
Foto - Ĝangalo-arĥivo

Do, lasu min kompreni – oni povas skribi en Esperanto pere de ĉi tiu programo, ĉu ne? Sed tamen mi ne scias ĉu ĝi estus tiel bona, kompare al la antaŭaj versioj, kiujn uzis mi antaŭlonge. Eble ĝi povas funkcii, se mi alkutimiĝas al ĝia tajpado, tamen mi suspektas, ke la aferoj ne estos tiel facilaj, malgraŭ la ŝajna facilo, kiun ĝi proponas.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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