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Sociedade

Segunda fase da Fuvest começou neste domingo

Primeira prova da segunda fase da Fuvest ocorreu neste domingo – haverá mais provas na segunda e terça

Da Redação, em 07 de janeiro de 2018
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A primeira prova da segunda fase do vestibular da Fuvest começou neste domingo, dia 7 de janeiro, às 13h. Os 19.690 candidatos terão ainda mais duas provas, na segunda e terça-feira desta semana. Eles disputam 8.402 vagas para ingresso na Universidade de São Paulo (USP). O concurso tem este ano a participação de 2.100 treineiros.

Os participantes foram dstribuídos em 35 escolas, 18 delas na região metropolitana de São Paulo. As demais em cidades do interior. Os portões abriram às 12h30 e a saída só era permitida a partir das 15 horas. Na segunda fase, o concurso terá três provas discursivas, obrigatórias para todos os candidatos. Neste domingo, a prova terá de dez questões de português e redação.

Amanhã, serão 16 questões sobre as disciplinas do núcleo comum obrigatório do ensino médio (história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês). Na terça-feira, os vestibulando terão de responder a 12 questões de duas ou três disciplinas (6 ou 4 questões de cada uma), de acordo com a carreira escolhida.

Já na disputa por uma das vagas do curso de Artes Cênicas, os inscritos farão provas de habilidades específicas nos dias 10, 11 e 12 de janeiro. Os cadernos de provas serão disponibilizados a partir das 19 horas, no site da Fuvest. Os organizadores recomendou que os vestibulando levassem uma foto 3×4 recente (com ou sem data).

Para fazer o exame, foi necessário ainda apresentar documento original de identidade (com foto) e caneta esferográfica (tinta azul ou preta). Para rascunhos, poderá ser utilizado lápis e borracha, apontador, régua e compasso.

Também foi permitido o consumo de água e alimentos leves. Durante a prova e em qualquer local do prédio está proibido o uso de aparelhos celulares ou outro tipo de equipamento eletrônico ou de telecomunicação, além de relógios. A lista com os nomes da primeira chamada será divulgada no dia 2 de fevereiro, no site da Fuvest.

Com informações da Agência Brasil
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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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Sociedade

Número de famílias endividadas aumenta em SP

Alto índice de desemprego fez inadimplência crescer, diz FecomercioSP

Da Redação, em 19 de junho de 2019
EBC

A proporção de famílias endividadas na capital paulista aumentou para 56,5% em maio deste ano, em relação a abril (55,2%). Segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), na comparação com o mesmo período do ano passado,a alta foi de 5,4 pontos percentuais, o que significa 227 mil famílias endividadas a mais do que em maio de 2018.

De acordo com a FecomercioSP, o alto índice de desemprego também levou ao aumento da taxa de inadimplência, que chegou a 20,5% em maio. Isso significa que 804,3 mil famílias não pagaram a dívida até a data do vencimento, com crescimento de 53 mil em um ano, próximo do maior patamar histórico, de 21,8%, registrado em abril de 2012.

Também em maio, houve queda de 1,8% na intenção de consumo das famílias e de 1,6% na propensão de comprar algum produto financiado nos próximos três meses, na comparação com o mês de abril. A Federação do Comércio ressalta que o percentual de renda comprometida com dívida tem permanecido em torno de 28,5% ao longo dos meses.

“É bom evitar o repasse de aumento de preços ao cliente, já não tão disposto a comprar”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Por isso, é preciso se empenhar na negociação com os fornecedores, com atenção ao câmbio e à inflação, ainda que seja necessário reduzir a margem de lucro. Assim, será possível manter o fluxo de caixa e fazer o estoque girar.”

Segundo a entidade, os comerciantes precisam oferecer opções variadas de pagamento aos clientes, o que pode ser uma forma positiva de garantir vendas, além de descontos no pagamento à vista e de disponibilizar parcelamento da compra. A FecomercioSP lembra que os consumidores têm enfrentado restrições de créditos nas grandes instituições.

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