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Sociedade

SP moderniza PM Ambiental

18 drones e 141 veículos foram entregues à polícia ambiental

Da Redação, em 14 de junho de 2019
Divulgação

O Governador João Doria e os Secretários de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, e da Segurança Pública, General João Camilo Pires de Campos, autorizaram a compra de 141 novas viaturas para a Polícia Ambiental e a entrega de 18 drones que serão usados para fiscalização de Unidades de Conservação e parques do Estado. Além disso, foi anunciada a conclusão do processo administrativo do 1º Batalhão de Policiamento Ambiental, sediado na Capital.

“O investimento é integralmente público. Não há, neste caso, investimento privado”, afirmou o Governador. “É um investimento, na semana do Meio Ambiente, para a proteção ambiental”, acrescentou Doria ao citar os R$ 23,6 milhões empregados na aquisição de equipamentos e veículos.

A unidade especializada da Polícia Militar receberá 141 novas viaturas para reforçar a frota durante o patrulhamento ambiental em todo o Estado de São Paulo. A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente investiu R$ 16,8 milhões na aquisição dos veículos. Do total, são 100 do modelo Fiat/Palio e 41 do tipo pick-up modelo Toyota Hylux, que possuem valores unitários de R$ 97,2 mil e R$ 173 mil, respectivamente. As empresas vencedoras da licitação têm até o mês de outubro deste ano para entregar as viaturas.

Drones

Os drones vão intensificar a fiscalização de ocorrências em áreas de mata fechada e com difícil acesso. Também há uma projeção de economia com a redução dos sobrevoos com helicópteros, que custam por hora cerca de R$ 6,8 mil. Os equipamentos já estão sendo distribuídos para os gestores dos parques.

“Como o drone é dotado de câmeras, o operador está vendo imediatamente toda infração que estiver sendo feita. A velocidade do drone também permite que possamos agir de maneira mais rápida. E o drone não precisa de toda a logística de um helicóptero para levantar voo”, explicou o Secretário Penido. “O drone atua de uma maneira muito mais ágil e garante toda a ação da fiscalização”, complementou.

Os drones também serão fundamentais para o Sistema Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais conhecido como “Operação Corta Fogo”. No período de junho a outubro, quando ocorre a estiagem, diversos órgãos como a Fundação e o Instituto Florestal, Corpo de Bombeiros, Polícia Ambiental e Defesa Civil Estadual atuam na prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios em áreas de mata.

Dos 18 aparelhos, 15 são do modelo Phantom 4 Pro V2 e três do modelo Matrice 200, com hélices e baterias sobressalentes que dão autonomia operacional de uma hora, softwares para processamento digital das imagens (modelo 3D) e câmera termal para voo noturno.

A solução tecnológica custou aproximadamente R$ 900 mil e foi adquirida pela Fundação Florestal por meio da Câmara de Compensação Ambiental, que recebe e analisa as propostas de aplicação de recursos provenientes da compensação ambiental de empreendimentos e atividades cujo licenciamento esteja condicionado à apresentação e aprovação de Estudo de Impacto (EIA/RIMA).

Conclusão do processo administrativo

O 1° Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) foi restaurado, por meio do Programa de Recuperação Socioambiental da Serra do Mar e Sistema de Mosaicos da Mata Atlântica, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A unidade, localizada no bairro da Casa Verde, zona norte da capital paulista recebeu as autorizações administrativas – Habite-se e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) – que permitem a transferência do efetivo às instalações mais modernas.

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Sociedade

Usuários de patinetes elétricos expostos ao perigo

81% não usam itens de segurança, diz Procon-SP

Da Redação, em 15 de junho de 2019
EBC

Pesquisa feita pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, mostra que 28% dos 1.381 entrevistados declararam ter utilizado patinete elétrico, dos quais, 77% (302), por meio de locação do equipamento. Dos usuários que já alugaram, 81% responderam que não utilizam equipamentos de segurança e 57% costumam transitar pelas ciclofaixas.

A pesquisa revela ainda que 43% dos consumidores que responderam já ter utilizado o serviço de aluguel de patinetes deram o aceite no aplicativo sem ler o termo de uso e a política de privacidade. Ao todo, 65% declaram que não sabiam utilizar o equipamento.

Para 80% dos entrevistados o patinete elétrico é uma boa alternativa de transporte na cidade de São Paulo. Ao mesmo tempo, 72% defendem que exista algum tipo de regulamentação, tais como: locais para transitar e estacionar e uso de equipamentos de segurança. O questionário sobre o uso de patinetes elétricos foi disponibilizado no site da fundação entre os dias 14 e 27 de maio. O objetivo foi identificar a percepção do consumidor, que utiliza ou não esse meio de locomoção, sobre a segurança e a oferta do serviço.

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Sociedade

Instituto Florestal recupera área em Mogi Guaçu

Área está localizada na Estação Experimental e visitantes poderão conhecer diferentes espécies do cerrado

Da Redação, em 14 de junho de 2019

Uma área de cerrado de aproximadamente 45 campos de futebol, em Mogi Guaçu, foi entregue para a população após ser recuperada. Agora, quem mora na região pode apreciar a natureza e conhecer a Trilha das Lobeiras.

“A trilha é bem estruturada e funciona bem para trabalhar a educação ambiental com crianças, jovens e adultos. Esperamos novos projetos para fortalecer ainda mais essa área que tem tudo para ser uma floresta estadual”, disse o diretor da Divisão de Florestas e Estações Experimentais do Instituto Florestal, Luiz Miguel Menezes. O instituto é responsável pela recuperação do local em parceria com o Aeroporto Internacional de Viracopos e a empresa Ceiba Consultoria Ambiental.

A área restaurada tem 442,5 mil metros quadrados e está localizada na Estação Experimental de Mogi Guaçu, na Fazenda Campininha. Ao todo, a trilha tem 1 km de extensão com sinalização em placas identificando espécies típicas do cerrado paulista. O visitante poderá conhecer conhecer diferentes espécies como rabo-de-burro (espécie de sapê comum em áreas de cerrado), além da floração e frutificação de lobeiras, jurubebas, indaiá, cajueiro-do-campo, gabirobas, entre outras.

“As áreas de cerrado são extremamente significativas para a manutenção da biodiversidade, mas ações práticas de restauração ecológica nesse bioma são relativamente mais raras”, completou o analista ambiental de Viracopos, Tiago Aranha.

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