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Ásia

Taiwan legaliza casamento gay em ato histórico

País é o primeiro da ásia a legalizar casamento entre pessoas do mesmo sexo

Da Redação, em 17 de maio de 2019
Tyrone Siu/Direitos Reservados

Taiwan se tornou o primeiro país da Ásia a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Os parlamentares taiwaneses aprovaram, por 66 votos a favor e 27 contra, uma lei que autoriza “uniões permanentes exclusivas” para casais do mesmo sexo e permite que eles solicitem um “registro de casamento” em agências governamentais.

A votação de hoje deu aos casais do mesmo sexo quase todos os direitos associados a um casamento, que incluem questões como impostos, seguro e guarda de crianças. No entanto, não foi incluída na legislação a equiparação completa dos direitos de adoção. Casais homossexuais de Taiwan poderão registrar seu casamento a partir de 24 de maio.

A votação ocorreu no Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia e representou uma grande vitória para a comunidade LGBT do país. A votação foi acompanhada, perto do Parlamento taiwanês, por milhares de defensores dos direitos dos homossexuais, que se abraçaram sob chuva quando a aprovação foi anunciada.

Mais de 35 mil pessoas marcharam pelas ruas de Taipé até o Parlamento, pedindo aos legisladores que não discriminassem pessoas do mesmo sexo que desejassem se casar e que votassem a favor da união civil igualitária. A Aliança de Taiwan para Promover os Direitos de Parceria Civil afirmou que a votação favorável significa que o país abriu “nova página em sua história”.

A presidente da República da China (nome oficial de Taiwan), Tsai Ing-wen, saudou o resultado como “grande passo em direção à verdadeira igualdade”. O texto mais progressista sobre o assunto, e que foi aprovado, foi apresentado pelo partido dela. Grupos conservadores afirmaram que a aprovação não reflete a vontade da população. Parlamentares da ala conservadora tentaram remover referências ao casamento e propuseram outro nome para as uniões do mesmo sexo, mas esses projetos foram descartados.

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Ásia

Carros no Japão rodarão com menos combustível em 2031

O governo do Japão quer que as fabricantes de veículos melhorem em mais de 30% o padrão de consumo de combustível dos carros até o ano de 2030.

Da Redação, em 04 de junho de 2019
Reprodução

Novas diretrizes dos ministérios responsáveis pelo transporte e pela indústria vão tornar obrigatório que, a partir de março de 2031, o rendimento médio de todos os novos veículos à venda no país seja superior a 25 quilômetros por litro. O padrão corresponde a um aumento de 32% em relação ao rendimento aproximado de 19 quilômetros por litro no ano fiscal de 2016. Para atender à exigência, as fabricantes de veículos precisarão vender mais carros elétricos e híbridos plug-in.

Aparentemente o objetivo do governo é promover o desenvolvimento e a comercialização de veículos com menor impacto ambiental. A meta das autoridades é que 20% das vendas de novos carros sejam de veículos elétricos e híbridos plug-in até 2030. Hoje esta proporção é de apenas 1%. Argumentam que será um meio de contribuir para a redução das emissões de gases do efeito estufa. O governo japonês planeja definir os novos padrões até março de 2020.

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Ásia

Novo balanço indica mais mortos em atentado na Síria

Mais de dezessete mortes já foram confirmadas

Da Redação, em 03 de junho de 2019
Reprodução

Um novo balanço indica a morte de pelo menos 17 pessoas nesse domingo (2), na explosão de um veículo em Azaz, na fronteira da Síria com a Turquia, de acordo com a organização não governamental (ONG) Observatório Sírio para Direitos Humanos (OSDH), sediada na Grã-Bretanha e com vasta rede de fontes na Síria.

Quatro crianças estão entre os mortos, disse à agência de notícias France-Presse o diretor do Observatório, Rami Abdul Rahman. “A explosão ocorreu quando muitas pessoas saíam do local onde realizavam as orações da noite”, acrescentou. O ataque, que ainda não foi reivindicado, ocorreu um dia após explosão similar que causou a morte de dez pessoas e feriu 20 em Raqa (nordeste da Síria).

A Turquia lançou a operação “Escudo do Eufrates” em 2016, assumindo o controlo de um território de mais de 2 mil quilômetros quadrados no norte da Síria, incluindo a cidade de Azaz, para expulsar o grupo extremista Estado Islâmico e impedir o avanço de forças curdas.

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