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País

Vacinação contra febre amarela chega à zona sul

Medidas profiláticas contra a febre amarela chegam à zona sul da capital, depois de vacinações nas zonas norte e leste

Da Redação, em 21 de dezembro de 2017
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Dois meses após o início da campanha de vacinação contra a febre amarela do tipo silvestre em bairros vizinhos à mata da Serra da Cantareira, ao norte da Grande São Paulo, o mesmo esquema de imunização chega aos moradores do extremo sul da capital.

A Secretaria Municipal de Saúde espera vacinar cerca de 500 mil pessoas em 38 postos da região de Engenheiro Marsilac, Jardim Ângela, Parelheiros e parte do Capão Redondo. A prevenção foi adotada em razão de terem sido encontrados dez macacos com febre amarela no município de Itapecerica da Serra, a apenas 4,5 quilômetros dessa região. Para os que vivem em áreas rurais de Parelheiros e Marsilac, a vacinação chegará à casa dos moradores.

Apesar dessa ampliação no universo de pessoas atendidas na capital, a secretaria observa que até agora nenhum caso humano de febre amarela silvestre ou urbana adquirida foi confirmado na capital paulista.

Zona norte vacinada

Até essa semana, tinham sido vacinados 1.102.106 pessoas na zona norte da cidade. O movimento nos postos, no entanto, caiu para a metade em relação ao começo da imunização. Nessa região, a campanha teve início no último dia 21 de outubro. As doses do medicamento podem ser encontradas em 90 unidades básicas de Saúde.

A secretaria alerta que também devem tomar a vacina as pessoas que vão viajar para áreas de risco de transmissão de febre amarela no Brasil ou no exterior. Nesse caso, é necessário receber a dose com dez dias de antecedência para o real efeito da imunização. O horário de funcionamento da maioria dos postos é das 7h às 16h.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a atenção está mais voltada para os corredores ecológicos, como os da zona norte e das regiões de Alto Tietê, Osasco e Jundiaí. Nessa última, a cobertura vacinal já é superior a 90%. A imunização não é indicada para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (portadores de lúpus, por exemplo).

Surto de febre amarela preocupa

Segundo o último balanço divulgado pela secretaria, neste ano ocorreram no estado 23 casos autóctones de febre amarela silvestre, com dez mortes por infecções registradas nos municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Batatais, Monte Alegre do Sul, Santa Lucia, São João da Boa Vista e Itatiba. Também ocorreram casos sem óbitos nas cidades de Águas da Prata, Campinas, Santa Cruz do Rio Pardo, Tuiti e Mococa/Cassia dos Coqueiros.

A secretaria esclarece que desde 1942 não há registro de febre amarela urbana e que os casos de epizootias (morte ou doença de primatas não humanos, como macacos, bugios e outros) atingiram 2.183 entre julho de 2016 e novembro de 2017. Desse total, foram confirmados 518 animais, por meio de análise laboratorial, pelo Instituto Adolfo Lutz, a maioria ( 72%) na região de Campinas.

Com informações da Agência Brasil
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País

Hodiaŭ novaj ŝanĝoj evitas ĥaoson

La defioj vivi dum kronovirusa epoko, laŭ la vortoj de kamarado Ŝvarckovo

Da Redação, em 17 de março de 2020
Foto - Ĝangalo-arĥivo

Do, lasu min kompreni – oni povas skribi en Esperanto pere de ĉi tiu programo, ĉu ne? Sed tamen mi ne scias ĉu ĝi estus tiel bona, kompare al la antaŭaj versioj, kiujn uzis mi antaŭlonge. Eble ĝi povas funkcii, se mi alkutimiĝas al ĝia tajpado, tamen mi suspektas, ke la aferoj ne estos tiel facilaj, malgraŭ la ŝajna facilo, kiun ĝi proponas.

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Sociedade

Alesp aprova proibição de canudos de plástico em SP

Projeto agora está sob análise do governo de São Paulo

Da Redação, em 27 de junho de 2019
EBC

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou medida que proíbe o fornecimento de canudos de material plástico nos estabelecimentos comerciais de todo o estado. De acordo com a lei de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), os canudos de material plástico terão de ser substituídos por canudos feitos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes completamente fechados feitos a partir do mesmo material.

Quem descumprir a determinação poderá ser multado. “O canudo plástico é um dos maiores problemas ecológicos contemporâneos. Se cada brasileiro utilizar um canudo plástico por dia, em um ano, serão consumidos 75.219.722.680 canudos. Pesquisas mostram que mais de 95% do lixo nas praias brasileiras é de material plástico. E, assim como outros resíduos, todo esse material acaba invadindo o mar, prejudicando o habitat natural e a saúde dos animais que, com muita frequência, morrem por ingestão desse plástico descartado pelos humanos”, afirmou o deputado. 

Capital

O prefeito da capital, Bruno Covas, sancionou a lei que proíbe o fornecimento de canudos feitos de material plástico aos clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da Cidade, também será aplicada em clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie.No lugar do material plástico, os estabelecimentos deverão fornecer canudos em papel reciclável, material comestível, ou biodegradável, embalados individualmente em envelopes hermeticamente fechados feitos do mesmo material.

“O compromisso ambiental é o compromisso ético da nossa geração com as gerações futuras. Pode parecer um pequeno passo, quando falo de canudos plástico, com tantos problemas que temos a enfrentar. Mas é um passo importante a ser dado ao lado de tantos outros que a cidade pretende dar”, disse Bruno Covas. Na cidade de São Paulo, a regulamentação da nova lei deverá ocorrer no prazo máximo de 180 dias, conforme prevê a legislação.

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