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Internacional

Vulcão entra em erupção em ilha do Havaí

População de ilha do Havaí recebeu ordem para deixar seus lares por conta da erupção do vulcão Kilauea

Da Redação, em 04 de Maio de 2018
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O governo do Havaí, a ilha norte-americana na costa leste do Pacífico, ordenou na noite dessa quinta-feira a saída obrigatória de moradores de uma região do estado chamada de “Big Island.” (grande ilha), porque o vulcão Kilauea entrou em erupção.  Segundo as autoridades locais, pelo menos 1.800 pessoas receberam ordem de evacuação obrigatória.

O governador David Ige afirmou que a Guarda Nacional foi ativada para ajudar na retirada das pessoas antes que a lava alcançasse prédios e residências.  A área isolada tem quase 6.400 hectares. A defesa civil afirmou hoje que não recebeu até o momento a informação de feridos ou de pessoas que não tenham atendido ao chamado de saída.

Entretanto a lava do vulcão já causou danos em propriedades na área afetada pela erupção.  A imprensa local mostra que a várias árvores foram incendiadas e queimadas pela descida da lava e do fogo. Imagens aéreas mostraram o caminho que percorreu até atingir a zona construída da região.

O vulcão Kilauea entrou em erupção ainda durante a tarde dessa quinta-feira, já noite no Brasil.   Alguns vídeos postados por internautas mostraram o magma sendo lançado das fendas do vulcão, que provocaram também rachaduras em avenidas. Além dos incêndios, outra preocupação da defesa civil é com relação à qualidade do ar, há alta concentração de dióxido de carbono pelas queimadas e enxofre.

O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo e fica dentro do parque Nacional dos Vulcões do Havaí.  Desde a segunda-feira (30) o vulcão já dava sinais de atividade, devido aos pequenos tererremotos de intensidade leve, que foram registrados na região. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos foram registrados 250 terremotos na escala  Richter nos últimos quatro dias. O último deles, na quinta-feira, antes da erupção chegou a 5ºC na escala Richter.

O Havaí possui 5 vulcões, a maioria deles, considerados extintos por que não entram em erupção há mais de 200 anos. O Kilauea, por sua vez, está em plena atividade. Segundo o Parque Nacional de Vulcões da ilha, houve pelo menos duas erupções grandes na região além desta, uma em 1924 e outra em meados de 1955.

Com informações da Agência Brasil
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América

Trump inicia campanha de reeleição

O evento ocorre hoje, em Orlando, na Flórida

Da Redação, em 18 de junho de 2019

Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, lançar oficialmente sua campanha de reeleição em Orlando, na Flórida, na noite de hoje (18), diante de uma multidão de 20.000 pessoas, ele não será nem favorito nem candidato sem chance. Especialistas dizem que não é conclusiva a discussão se Trump continuará ou não seu trabalho no primeiro posto da nação norte-americana.

“Eu diria que talvez em 50/50”, disse Kyle Kondik, editor-gerente do Sabato’s Crystal Ball, um boletim político apartidário produzido na Universidade de Virginia Center for Politics. Mas, em um primeiro momento, essa avaliação parece otimista. Na verdade, o índice nacional de aprovação de Trump gira em torno de 40%. O único presidente desde 1945 que teve um índice de aprovação mais baixo nesta fase de seu primeiro mandato foi Jimmy Carter em 1977.

As classificações de aprovação nem sempre são os melhores indicadores do sucesso eleitoral. De acordo com a mesma análise feita por FiveThirtyEight, o Presidente George H.W. Bush estava sentado perto de 70 por cento neste momento em seu primeiro mandato, e mesmo assim viu-se derrotado pelo democrata Bill Clinton em 1992.

Para vencer, Trump precisa manter ou expandir sua base nos principais estados que ele conquistou em 2016. É uma tarefa difícil, mas há vários fatores importantes que podem levar Trump a uma segunda vitória, apesar de sua relativa impopularidade. A tarefa é poderosa, especialmente quando um presidente em exercício preside uma economia em um tempo de relativa paz. “Essas são as condições desafiadoras para um presidente em exercício que se propõe a vencer uma nova eleição”, disse Kondik.

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Internacional

OMS alerta para epidemia de DSTs

Doenças poderiam ter sido evitadas com o uso de camisinha

Da Redação, em 07 de junho de 2019
Getty Image

A Organização Mundial de Saúde (OMS) fez um alerta para a falta de progresso na redução da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e recomendou o uso de camisinha para impedir essa disseminação. Um relatório da OMS revelou que a cada dia são registrados no mundo mais de 1 milhão de casos de doenças sexualmente transmissíveis.

De acordo com dados mais recentes, em 2016 houve mais de 376 milhões de novas infecções de clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase. Esse número é praticamente o mesmo de 2012, o que mostra uma estagnação na redução da transmissão de DSTs. “Estamos vendo uma falta de progresso preocupante na luta para impedir a disseminação de infeções sexualmente transmissíveis em todo o mundo”, disse o diretor-geral de Preparação e Resposta a Emergências da OMS, Peter Salama. Ele pediu que autoridades garantam que todos tenham acesso aos serviços necessários para prevenir e tratar essas doenças.

Infecções

De acordo com a OMS, em 2016 foram registrados 127 milhões de novos casos de clamídia, 87 milhões de gonorreia, 6,3 milhões de sífilis e 156 milhões de tricomoníase. Essas infecções são as mais prevalentes entre pessoas com idades entre 15 e 49 anos. “Em média, uma em cada 25 pessoas no mundo tem pelo menos uma destas quatro DSTs”, ressaltou a organização.

Segundo a especialista em infecções sexualmente transmissíveis da OMS, Teodora Wi, há a preocupação de que o uso do preservativo possa estar diminuindo, já que as pessoas perderam o medo de contrair o HIV com o surgimento de tratamentos antivirais mais eficazes. Wi afirmou que as pessoas estão mais complacentes com a proteção e ressaltou que isso é extremamente perigoso num momento em que relações sexuais se tornaram mais acessíveis com os aplicativos de encontro.

Raramente essas doenças apresentam sintomas no início e, por isso, muitos dos doentes não sabem que estão infectados e precisam de tratamento, permitindo desta maneira que essas DSTs continuem se espalhando. “Consideramos uma epidemia oculta, uma epidemia silenciosa e perigosa”, ressaltou Melanie Taylor, uma das autoras do relatório da OMS.

Se não forem tratadas corretamente, as DSTs podem causar graves danos, incluindo doenças cardíacas e neurológicas, infertilidade, abortos e aumentam o risco de contrair o HIV. Elas são transmitidas principalmente pelo contato sexual desprotegido, mas também podem passar da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto. O uso da camisinha é o método mais eficaz para a proteção contra a transmissão de DSTs. A OMS também enfatizou a importância da educação sexual para a prevenção.

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